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terça-feira, 18 de outubro de 2011

CANTO DOS ANJOS VERDADEIROS - SOBRENATURAL - FENÔMENO

19.10.2011 - São Paulo da Cruz






São Paulo da Cruz, Apóstolo da Paixão de Cristo
Aos 21 anos alistou-se na cruzada contra os muçulmanos; fundador da Congregação dos Passionistas, “arrancou inumeráveis  almas ao inferno, e obteve as mais brilhantes vitórias sobre o erro, o vício e Satanás. Curou doentes, obteve a vista para cegos, a audição para surdos, a palavra a mudos, o uso dos membros a paralíticos, ressuscitou mortos, aplacou tempestades, penetrou em segredos das consciências e no futuro.”(1)
Paulo Francisco foi o segundo dos 16 filhos do casal Lucas Danei e Ana Maria Massari, ambos de fidalgas famílias empobrecidas, na região do Piemonte, ao norte da Itália. A 3 de janeiro de 1694, “uma luz extraordinária iluminou o quarto onde ele nasceu, de noite, de maneira que as lâmpadas que lá estavam acesas pareciam apagadas”(2).
Os pais, que exerciam o pequeno comércio de tecidos na localidade de Ovada, Diocese de Alessandria, no Piemonte, eram sobretudo modelo de casal cristão, vivendo numa santa afeição e no temor de Deus. “Homem de fé antiga e de costumes sem mancha, de rara piedade, Lucas encontrava suas delícias na oração, na leitura de livros de piedade, sobretudo na Vida dos Santos. .... Para seu Deus ele teria sacrificado voluntariamente seus interesses mais caros, suas afeições mais puras, e mesmo sua vida. Tal era sua fé que, esposo e pai, ele aspirava o martírio”.
Sua esposa não lhe ficava atrás: “humilde e modesta, piedosa, não amando senão a solidão do lar ou dos altares, dividindo seu tempo entre Deus e sua família. Olhava os cuidados da casa e educação de seus filhos como uma missão santa; sem jamais se lastimar, carregava o fardo com uma paciência inalterável”.(3) De pais assim, nasceu um grande santo!
Ainda muito pequeno, a piedade de Paulo Francisco era tão profunda, que bastava a mãe lhe apresentar o Crucifixo para que ele deixasse de se lastimar ou então fizesse algo de que não gostava. Incutindo-lhe uma profunda devoção à Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, a mãe seguia um impulso divino, preparando aquele que seria o grande apóstolo desse Santo Mistério. O próprio Cristo crucificado mostrava-se a ele em freqüentes visões, às vezes coroado de espinhos, com o corpo retalhado pela flagelação, e mesmo como um ser que se contorce de dores, um corpo que não é senão uma chaga.
A Mãe de Deus também lhe aparecia, algumas vezes para socorrê-lo. Isso ocorreu, por exemplo, quando ao atravessar o rio Orba com seu irmãozinho, João Batista, caíram  ambos na água. Debatendo-se os dois entre as ondas, apareceu-lhes, andando sobre as águas revoltas, a formosa Senhora, que dando-lhes a mão tirou-os para fora.
O Menino Jesus apareceu-lhe também uma vez para fazer-lhe companhia quando ele rezava o terço, devoção à qual se afeiçoou desde muito pequeno.
Aos 10 anos foi enviado a Cremolino para os estudos, lá permanecendo por cinco anos. Sua vida nesse período foi mais a de um consumado asceta do que a de um menino na primeira adolescência. Ele “passava parte da noite na contemplação das divinas bondades de seu Deus, nas dolorosas cenas de sua paixão. Não as interrompia senão para dilacerar sua carne virginal com cruéis flagelações, e não se permitia senão poucas horas de repouso sobre pranchas. Ele jejuava freqüentemente. .... Sua terna e viva devoção à Santíssima Virgem não se igualava senão à proteção especial com a qual essa Mãe de misericórdia o circundava”(4).
Não só seus condiscípulos, mas os habitantes do lugar passaram a designá-lo como o Santo. Muitos de seus colegas, levados pelo seu exemplo, entregaram-se à vida de piedade e depois entraram em Ordens religiosas, então focos de piedade cristã.
Terminados os estudos, voltou Paulo Francisco  para casa. Enquanto aguardava os desígnios de Deus a seu respeito, continuava a levar vida de intensa piedade.
Alista-se na Cruzada contra os turcos muçulmanos
Aos 21 anos, em 1715, Paulo Francisco tomou conhecimento de duas bulas de Clemente XI que promovia uma liga entre os Príncipes católicos e animava também os fiéis a se engajarem na luta contra os turcos muçulmanos que preparavam grande investida contra a Europa. Aconselhava-os ainda a aplacar a cólera de Deus e implorar seu auxílio por meio de jejuns, penitências e orações públicas.
Paulo Francisco, vendo nisso não só a oportunidade de possivelmente derramar seu sangue pela Fé, mas também a de lutar por ela, partiu para Crema como voluntário no exército cristão.
Mas outro era o combate que Deus queria dele, e o fez compreender isso durante a oração. Paulo Francisco pediu dispensa do exército e voltou à sua terra.
Um tio seu, sacerdote, propôs-lhe então vantajoso casamento com uma moça rica e virtuosa, e, para assegurar-lhe o futuro, fê-lo seu herdeiro. Paulo recusou as duas propostas, pois decidira-se a servir somente a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Conduzido em espírito ao inferno
Certo dia em que Paulo Francisco, devido a uma contusão na perna, encontrava-se no leito fazendo sua meditação, foi levado em espírito ao inferno. “Ele perdeu os sentidos, e de seu peito escaparam grandes gritos: era como uma mistura incoerente de escárnios e de cruel desespero. Seu irmão João Batista, e sua irmã Teresa, que acorreram para o despertar e acalmar, foram tomados de pânico. Voltando a si pouco a pouco, ele disse, com um sentimento de horror pintado em sua face: ‘Não, eu jamais direi o que vi’. ... Mais tarde o Santo confiou a uma pessoa que, nessa circunstância, tinha sido transportado pelos Anjos ao inferno, e que havia visto, com temor e tremor, as penas eternas dos danados”.(5)
Congregação dos Passionistas: revelação ao fundador

A primeira pessoa que se juntou a Paulo Francisco foi seu irmão João Batista, seu companheiro de penitências e orações na juventude, e que seria até o fim da vida seu mais firme apoio. Ambos receberam o sacerdócio em 1727, estabelecendo-se 10 anos depois no Monte Argentaro, onde foi fundado o primeiro convento e noviciado da nova Congregação.
Seus membros, além dos três votos (pobreza, obediência e castidade), pronunciavam um quarto: o de propagar a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Somente em 1746 as regras da Congregação foram aprovadas por Bento XIV. Nelas estão aliadas a vida contemplativa e a ativa. Se o passionista deve ser um apóstolo da palavra, tem que haurir na contemplação o espírito que vivifique essa palavra. Mas nisso tem que haver justo equilíbrio: “Foi o que o Espírito divino inspirou admiravelmente a Paulo da Cruz. Muita solidão, contemplação e mortificação para manter o fogo sagrado na alma; mas não demais, para não enervar o corpo nem lhe tirar as forças que o apostolado exige: eis a solução do problema; eis o passionista, tal qual o faz seu Instituto”.(6) A pregação de Missões e os exercícios espirituais tornaram-se a meta da Congregação, tudo com muita ênfase posta na sagrada Paixão de Cristo.
Durante 50 anos São Paulo da Cruz consagrou sua vida a converter os pecadores, a santificar os corações arrependidos, a aperfeiçoar as almas dos justos”.(7)
Por obediência ao Papa, pede e obtém sua própria cura

Nesse mesmo ano, o santo fundou o ramo feminino dos Passionistas.
Grande pregador com fama de santidade, procurado por todos, desde o Papa até o mais humilde pescador, aclamado pelas multidões, São Paulo da Cruz parecia insensível a qualquer pensamento de vanglória. Ele afirmou com toda simplicidade a seu diretor espiritual: “Graças a Deus, jamais um pensamento de orgulho se aproxima de mim. Eu me creria um danado se me viesse um pensamento de orgulho”.
Seu espírito de obediência ia tão longe, que ele fizera um voto de obedecer a todo mundo naquilo que não fosse contra a lei de Deus. Sua pureza era ilibada, e ele conservou sua inocência batismal até o último suspiro. Um dia, não sabendo estar sendo observado, ouviram-no dizer: “Vós sabeis bem, Senhor, que com o concurso de vossa graça eu jamais sujei minha alma com uma falta deliberada”.(8)
São Paulo da Cruz morreu nos braços de seu discípulo amado Vicente Maria Strambi, que dele havia recebido o hábito e com ele convivera. Também elevado à honra dos altares, São Vicente foi o primeiro biógrafo do grande fundador.
Casa Generalícia dos Passionistas (1773), em Roma. Nesse local morreu o fundador da Congregação em 18 de outubro de 1775
Enfraquecido pela extrema fadiga e contínua penitência, em 1771 Pe. Paulo da Cruz foi acometido por uma doença que os médicos anunciaram ser mortal. Dois de seus religiosos apresentaram-se então ao Papa a fim de pedir uma bênção especial para o moribundo. Clemente XIV, que media bem a extensão que essa perda representaria para a Igreja, mandou-os dizer ao doente que o Papa lhe ordenava, sob obediência, que não morresse então. Ao receber a ordem, Paulo da Cruz pegou seu Crucifixo e, com lágrimas, pediu a vida, para obedecer ao Papa. Desde esse instante, começou a melhorar até ficar completamente são.
São Vicente Maria Strambi, discípulo amado de São Paulo da Cruz e primeiro biógrafo do grande fundador
No ano de 1720, durante um êxtase, Nosso Senhor mostrou-lhe o hábito passionista, ao mesmo tempo em que lhe imprimiu na alma as regras que a Congregação deveria seguir. Noutro dia, a Santíssima Virgem apareceu-lhe trazendo na mão o mesmo hábito, e nesse instante Paulo viu-se com ele revestido. Nascia assim a Congregação dos Passionistas. Paulo confiou a seu confessor, o Bispo de Alessandria, a visão que tivera. Manifestou-lhe, então, o desejo de portar o hábito a ele revelado, o que ocorreu em novembro do mesmo ano.
São Paulo da Cruz
P

sábado, 15 de outubro de 2011

15 de outubro - Dia de Santa Teresa d´Ávila

Nunca um santo ou santa mostrou-se tão "carne e osso" como Teresa d'Ávila, ou Teresa de Jesus, nome que assumiu no Carmelo. Nascida no dia 28 de março de 1515, seus pais, Alonso Sanchez de Cepeda e Beatriz d'Ávila y Ahumada, a educaram, junto com os irmãos, dentro do exemplo e dos princípios cristãos. Aos sete anos, tentou fugir de casa e peregrinar ao Oriente para ser martirizada pelos mouros, mas foi impedida. A leitura da vida dos santos mártires tinha sobre ela uma força inexplicável e, se não fossem os parentes terem-na encontrado por acaso, teria fugido, levando consigo o irmão Roderico.

Órfã de mãe aos doze anos, Teresa assumiu Nossa Senhora como sua mãe adotiva. Mas o despertar da adolescência a levou a ter experiências excessivas ao lado dos primos e primas, tornando-se uma grande preocupação para seu pai. Aos dezesseis anos, sua atração pelas vaidades humanas era muito acentuada. Por isso, ele a colocou para estudar no colégio das agostinianas em Ávila. Após dezoito meses, uma doença grave a fez voltar para receber tratamento na casa de seu pai, o qual se culpou pelo acontecido.

Nesse período, pela primeira vez, Teresa passou por experiências espirituais místicas, de visões e conversas com Deus. Todavia as tentações mundanas não a abandonavam. Assim atormentada, desejando seguir com segurança o caminho de Cristo, em 1535, já com vinte anos, decidiu tornar-se religiosa, mas foi impedida pelo pai. Como na infância, resolveu fugir, desta vez com sucesso. Foi para o Convento carmelita da Encarnação de Ávila.

Entretanto a paz não era sua companheira mais presente. Durante o noviciado, novas tentações e mais o relaxamento da fé não pararam de atormentá-la. Um ano depois, contraiu outra doença grave, quase fatal, e novamente teve visões e conversas com o Pai. Teresa, então, concluiu que devia converter-se de verdade e empregou todas as forças do coração em sua definitiva vivência da religião, no Carmelo, tomando o nome de Teresa de Jesus.

Aos trinta e nove anos, ocorreu sua "conversão". Teve a visão do lugar que a esperaria no inferno se não tivesse abandonado suas vaidades. Iniciou, então, o seu grande trabalho de reformista. Pequena e sempre adoentada, ninguém entendia como conseguia subir e descer montanhas, deslocar-se pelos caminhos mais ermos e inacessíveis, de convento em convento, por toda a Espanha. Em 1560, teve a inspiração de um novo Carmelo, onde se vivesse sob as Regras originais. Dois anos depois, fundou o primeiro Convento das Carmelitas Descalças da Regra Primitiva de São José em Ávila, onde foi morar.

Porém, em 1576, enfrentou dificuldades muito sérias dentro da Ordem. Por causa da rigidez das normas que fez voltar nos conventos, as comunidades se rebelaram junto ao novo geral da Ordem, que também não concordava muito com tudo aquilo. Por isso ele a afastou. Teresa recolheu-se em um dos conventos e acreditou que sua obra não teria continuidade. Mas obteve o apoio do rei Felipe II e conseguiu dar seqüência ao seu trabalho. Em 1580, o papa Gregório XIII declarou autônoma a província carmelitana descalça.

Apesar de toda essa atividade, ainda encontrava espaço para transmitir ao mundo suas reflexões e experiências místicas. Na sua época, toda a cidade de Ávila sabia das suas visões e diálogos com Deus. Para obter ajuda, na ânsia de entender e conciliar seus dons de espiritualidade e as insistentes tentações, ela mesma expôs os fatos para muitos leigos e não apenas aos seus confessores. E ela só seguiu numa rota segura porque foi devidamente orientada pelos últimos, que eram os agora santos Francisco Bórgia e Pedro de Alcântara, que perceberam os sinais da ação de Deus.

A pedido de seus superiores, registrou toda a sua vida atribulada de tentações e espiritualidade mística em livros como "O caminho da perfeição", "As moradas", "A autobiografia" e outros. Neles, ela própria narra como um anjo transpassou seu coração com uma seta de fogo. Doente, morreu no dia 4 de outubro de 1582, aos sessenta e sete anos, no Convento de Alba de Torres, Espanha. Na ocasião, tinha reformado dezenas de conventos e fundado mais trinta e dois, de carmelitas descalças, sendo dezessete femininos e quinze masculinos.

Beatificada em 1614, foi canonizada em 1622. A comemoração da festa da transverberação do coração de Santa Teresa ocorre em 27 de agosto, enquanto a celebração do dia de sua morte ficou para o dia 15 de outubro, a partir da última reforma do calendário litúrgico da Igreja. O papa Paulo VI, em 1970, proclamou santa Teresa d'Ávila doutora da Igreja, a primeira mulher a obter tal título

12.10.2011-APARIÇÃO - ÊXTASE - MENSAGEM DE NOSSA SENHORA - PALESTRA DO VIDENTE - SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ - SP - BRASIL